Igreja de São Pedro concluída em 1938, no bairro de Umbará, em Curitiba. Arquitetura de inspiração italiana do arquiteto autodidata João de Mio (1879-1971), um imigrante italiano que participou da construção e reforma de várias igrejas do Paraná.
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A Catedral Basílica, a Igreja da Ordem e a Igreja do Rosário são abordadas em páginas específicas do Guia Geográfico Curitiba. Clique em um dos nomes acima para ir à página correspondente. |
A
primeira capela de Curitiba foi construída em madeira, no Bairro Alto, na
segunda metade do século 17. Poucos anos depois, outra capela em madeira foi
erguida onde é hoje a Praça Tiradentes. Em 1715, essa igreja, que abrigava a
imagem de Nossa Senhora da Luz, padroeira de Curitiba, foi elevada à
condição de Igreja Matriz. Em 1720, uma igreja em alvenaria, em estilo
colonial, tomou o lugar da antiga em madeira.
No século 18, Curitiba já contava com cinco igrejas: a Matriz, a da Ordem Terceira de São Francisco das Chagas (1737), a de Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, a de São Francisco de Paula e a do Senhor Bom Jesus do Cabral.
Em 1875, a Igreja Matriz teve de ser demolida por problemas estruturais. A Igreja do Rosário passou a ser a matriz até a inauguração da atual Catedral, em 1893.
Veja também Religião e Cultos em Curitiba.

Igreja de Nossa Senhora das Mercês, concluída em 1929, por freis capuchinhos. Elevada a Paróquia em 1951. Conheça o bairro das Mercês►
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As Igrejas OrtodoxasNo ano de 1054, a Igreja Católica dividiu-se em duas. O Cisma do Oriente originou a Igreja Católica Ortodoxa, com sede em Constantinopla (depois Bizâncio, hoje Istambul, na Turquia). Foi o primeiro de vários cismas institucionais entre os cristãos. O século XI terminou com dois sacerdotes católicos supremos: Um para os cristãos ocidentais, em Roma, e outro para os orientais, em Constantinopla. A grande maioria dos cerca de 100 milhões de adeptos da Igreja Ortodoxa situa-se na Europa Central, Grécia, Ucrânia, Rússia, Geórgia e Oriente Médio. A Igreja envolve divisões como, por exemplo, a Igreja Ortodoxa Grega, a Russa, a Antioquiana e a Ucraniana. Os árabes ortodoxos, particularmente os sírios e libaneses, sofriam grande pressão em seus países de maioria islâmica. Esse fator contribuiu em grande parte para a migração de árabes cristãos para países como o Brasil, onde, segundo o IBGE (Censo 2000), existem cerca de 38 mil adeptos da religião ortodoxa. |




As Igrejas OrtodoxasNo ano de 1054, a Igreja Católica dividiu-se em duas. O Cisma do Oriente originou a Igreja Católica Ortodoxa, com sede em Constantinopla (depois Bizâncio, hoje Istambul, na Turquia). Foi o primeiro de vários cismas institucionais entre os cristãos. O século XI terminou com dois sacerdotes católicos supremos: Um para os cristãos ocidentais, em Roma, e outro para os orientais, em Constantinopla. A grande maioria dos cerca de 100 milhões de adeptos da Igreja Ortodoxa situa-se na Europa Central, Grécia, Ucrânia, Rússia, Geórgia e Oriente Médio. A Igreja envolve divisões como, por exemplo, a Igreja Ortodoxa Grega, a Russa, a Antioquiana e a Ucraniana. Os árabes ortodoxos, particularmente os sírios e libaneses, sofriam grande pressão em seus países de maioria islâmica. Esse fator contribuiu em grande parte para a migração de árabes cristãos para países como o Brasil, onde, segundo o IBGE (Censo 2000), existem cerca de 38 mil adeptos da religião ortodoxa. |


As Igrejas OrtodoxasNo ano de 1054, a Igreja Católica dividiu-se em duas. O Cisma do Oriente originou a Igreja Católica Ortodoxa, com sede em Constantinopla (depois Bizâncio, hoje Istambul, na Turquia). Foi o primeiro de vários cismas institucionais entre os cristãos. O século XI terminou com dois sacerdotes católicos supremos: Um para os cristãos ocidentais, em Roma, e outro para os orientais, em Constantinopla. A grande maioria dos cerca de 100 milhões de adeptos da Igreja Ortodoxa situa-se na Europa Central, Grécia, Ucrânia, Rússia, Geórgia e Oriente Médio. A Igreja envolve divisões como, por exemplo, a Igreja Ortodoxa Grega, a Russa, a Antioquiana e a Ucraniana. Os árabes ortodoxos, particularmente os sírios e libaneses, sofriam grande pressão em seus países de maioria islâmica. Esse fator contribuiu em grande parte para a migração de árabes cristãos para países como o Brasil, onde, segundo o IBGE (Censo 2000), existem cerca de 38 mil adeptos da religião ortodoxa. |






Igreja Católica Apostólica Ortodoxa Antioquina São Jorge, construída em 1954. Arquitetura em estilo bizantino, na rua Brigadeiro Franco, 375 - Mercês, em Curitiba, Paraná.
As Igrejas OrtodoxasNo ano de 1054, a Igreja Católica dividiu-se em duas. O Cisma do Oriente originou a Igreja Católica Ortodoxa, com sede em Constantinopla (depois Bizâncio, hoje Istambul, na Turquia). Foi o primeiro de vários cismas institucionais entre os cristãos. O século XI terminou com dois sacerdotes católicos supremos: Um para os cristãos ocidentais, em Roma, e outro para os orientais, em Constantinopla. A grande maioria dos cerca de 100 milhões de adeptos da Igreja Ortodoxa situa-se na Europa Central, Grécia, Ucrânia, Rússia, Geórgia e Oriente Médio. A Igreja envolve divisões como, por exemplo, a Igreja Ortodoxa Grega, a Russa, a Antioquiana e a Ucraniana. Os árabes ortodoxos, particularmente os sírios e libaneses, sofriam grande pressão em seus países de maioria islâmica. Esse fator contribuiu em grande parte para a migração de árabes cristãos para países como o Brasil, onde, segundo o IBGE (Censo 2000), existem cerca de 38 mil adeptos da religião ortodoxa. |
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